06
Out 10

O que pretendo fazer

Olá a todos,

pretendo desenvolver um estudo/projecto que permita perceber e entender as transformações que ocorrem nas gerações mais jovens perante o contacto com as novas tecnologias e os novos media. Era bom se conseguisse encontrar algumas respostas para dar a pais, professores e educadores que vêem as relações das crianças e jovens com as tecnologias como uma ameaça ao seu crescimento e futuro.

Não vou acrescentar muito mais porque como já referi em quase todos os post, é bem provável que tudo isto sofra uma grande reviravolta...estará em constante mutação durante mais algum tempo (pouco espero pois isso seria mau sinal)

Abraço

Filipa Rodrigues

"Um pouco de Viseu em Aveiro"

publicado por filiparodrigues às 23:49 | comentar

O Título...

Olá a todos,

bem quanto as coisas também não estão lá muito bem encaminhadas...mas perante aquilo que já pude ir pesquisando e aquilo que gostaria de trabalhar, aponto então3 possíveis títulos...claramente possíveis de alterações bruscas e radicais (não se assustem, sou muito boazinha :))

Confesso que não me soam muito bem...mas para início acho que já dá para perceber o que pretendo.

 

  • Quadros comportamentais das gerações tecnológicas: contra-fluxos inter-geracionais;
  • Impacto da domesticação tecnológica nos fluxos inter-geracionais;
  • Mutações nos núcleos familiares, perda de autoridade perante os nativos digitais.

Abraço

Filipa Rodrigues

"Um pouco de Viseu em Aveiro"

 

 

 

 

publicado por filiparodrigues às 23:09 | comentar
06
Out 10

Escolha do tema... :)

Olá a todos,

confesso que o desafio do professor me deixou um pouco surpresa. Ainda tenho a minha análise ao estado-de-arte do meu tema muito atrasada e apontar assim já possíveis temas, atitudes a tomar, não é tarefa fácil.

Uma coisa posso afirmar, a escolha do tema foi "amor à primeira vista". Já tinha pesquisado sobre o conceito de nativos digitais, sobre as relações que as crianças criavam com os novos media e as tecnologias. Despertou-me muita curiosidade e bastante interesse.

A escolha do tema prende-se também com um gosto particular pelas transformações que as tecnologias introduziram no quotidiano das crianças e jovens em Portugal. A grande maioria das opiniões apontam para um forte e precoce isolamento destes núcleos tendo como fieis aliados os computadores, os telemóveis, as televisões e as demais tecnologias.

Confesso que durante muito tempo também partilhei dessa opinião, mas com o passar dos tempos consegui interpretar essa "cumplicidade" como uma aproximação à inovação e uma negação à ignorância colectiva que se vai verificando.

Certo é que o isolamento se verifica, que as crianças e jovens dedicam cada vez mais tempo a descobrir as particularidades e potencialidades das tecnologias. Cabe aos pais, professores e educadores serem moderadores do tempo de entrega a essa pesquisa.

Se estou errada nesta minha posição? Poderei estar, daí que continue a ler muitos artigos e estudos que se centram essencialmente nestas abordagens para perceber os efeitos secundários (bons e maus) e arriscar traçar o perfil destas "novas gerações electrónicas".

Prometo continuar a dedicar muito tempo a perceber tudo o que envolve estas relações entre crianças e jovens e as tecnologias.

Outro aspecto que gostaria de salientar para a escolha do tema, vai ao encontro daquilo que Silverstone defende como a "domesticação tecnológica". Em conversa com a minha orientadora, percebemos que este também seria um bom rumo de pesquisa para o trabalho. Perceber até que ponto os nativos digitais são os principais "domesticadores" das tecnologias. Será que não está a surgir uma inversão ao normal rumo dos fluxos inter-geracionais?

Espero ter sido clara...alguma dúvida ou crítica..estejam à vontade...

...uma boa crítica, bem fundamentada pode ser a solução para alguns problemas :)

Abraço

Filipa Rodrigues

"Um pouco de Viseu em Aveiro"

publicado por filiparodrigues às 22:18 | comentar